A formação da chapa entre União Brasil e Progressistas (PP) para a Câmara Federal transformou-se em uma arena de sobrevivência política em Mato Grosso do Sul.
O que deveria ser uma união de forças virou um “grupo da morte”: são quatro nomes de peso disputando apenas duas vagas certas, com uma terceira dependendo de um desempenho extraordinário.

O Cenário: 4 Gigantes, 2 Vagas
A conta é cruel. Com a entrada não planejada de medalhões, o grupo acumulou favoritismo excessivo, mas o quociente eleitoral não perdoa. Para eleger três, a chapa precisaria de uma votação histórica. A realidade mais provável? Dois ficarão pelo caminho.
Quem fica de fora?
O perigo é iminente para Dagoberto e Luiz Ovando. Sem o “efeito legenda” favorável que tinham em eleições passadas, e com a saída de candidatos menores (a “cauda” da chapa) como Jaime Verruck e Roberto Hashioka, o grupo perdeu fôlego total.
Se a chapa não atingir cerca de 300 mil votos, a “Chapa da Morte” fará jus ao nome, sacrificando dois mandatos no altar da falta de planejamento político.
A guerra agora não é contra a oposição, é pela sobrevivência interna.
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