O Partido Verde pode ganhar relevância em Mato Grosso do Sul na eleição de outubro. O partido tem grandes chances de eleger seu primeiro deputado no Estado.
Federado com o PT, o partido pode crescer impulsionando pela filiação de pré-candidatos que estarão na coligação de Fábio Trad (PT) mas não querem se filiar ao PT.
Os partidos que devem apoiar Fábio (PDT e PSB) não terão condições de montarem chapa, mas o PV tem federação com o PT, que sempre elege deputados estaduais e federais.
O deputado federal Vander Loubet (PT) deve concorrer ao Senado, após seis mandatos em Brasília. Com isso, a coligação deve ter apenas Camila Jara (PT) com expectativa de votação expressiva.
Este cenário favorável, já que a federação tem possibilidade de eleger até dois, tem feito políticos de centro pensarem na filiação.
O vereador Marquinhos Trad (PDT) é um dos possíveis filiados. Ele está sendo convencido a disputar o cargo de deputado federal e teria o PV como porta de entrada.
Outro que pode se filiar é o deputado federal Geraldo Resende. Caso se confirme a saída de Beto Pereira e Dagoberto Nogueira do PSDB, ele deve procurar outra sigla e o caminho mais provável é o PV, justamente pela chance maior de eleger dois federais.
Geraldo não se identifica com o PL, que hoje é presidido por Reinaldo Azambuja, e não tem abertura no PP, hoje com a chapa praticamente montada.
O PV também tem chance de eleger um deputado estadual, seguindo o mesmo caminho. O ex-prefeito de Chapadão do Sul, João Carlos Krug, foi convidado para se filiar ao partido, para ampliar o apoio a Fábio e ajudar a federação a eleger pelo menos quatro estaduais.
ims
