Brasil deixa sua marca no Panamá com exportações agropecuárias

Na Copa do Mundo Feminina de Futebol, o Brasil estreou contra o Panamá e mostrou que no campo, seja no estádio ou na produção agropecuária, vem batendo um bolão. A Seleção Feminina venceu a partida contra as panamenhas na segunda-feira (24) por 4 a 0, no Hindmarsh Stadium, em Adelaide, na Austrália.

No agronegócio, Brasil e Panamá são parceiros comerciais. Atualmente, os principais produtos brasileiros exportados para o país da América Central são milho, sementes e rações para pets. De acordo com o AgroStat, no ano passado, as divisas para aquele país chegaram a US$ 123,3 milhões, com 247,7 milhões de toneladas de produtos agropecuários exportados.

Somente neste ano, já foram embarcadas 205,6 milhões de toneladas de milho, totalizando US$ 57,5 milhões. As sementes somaram 494 mil toneladas com US$ 4 milhões. Já as rações para pets registraram US$ 4,4 milhões e 1,8 milhões de toneladas.

Para além dos campos, Brasil e Panamá têm relações comerciais importantes. A cooperação econômica abrange diversos setores, incluindo agronegócio, indústria, serviços e infraestrutura. O comércio entre os dois países pode envolver exportações e importações de diferentes produtos e serviços.

O Brasil é uma potência agrícola, com uma produção diversificada, que inclui soja, milho, carne bovina, aves, café, entre outros produtos. O país é um importante exportador agropecuário e mantém acordos comerciais com várias nações ao redor do mundo.

O Panamá, por sua vez, possui posição estratégica no comércio internacional, devido ao Canal do Panamá, uma importante rota de navegação, que liga os oceanos Atlântico e Pacífico. Embora sua economia seja mais voltada para serviços e logística, o setor agrícola também desempenha um papel significativo na economia do país.

 

 

 

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