O Hospital Universitário La Paz, em Madri, realizou o primeiro transplante de intestino a partir de um doador morto no mundo. A paciente, uma bebê de apenas 13 meses, chamada Emma, sofria de uma insuficiência intestinal diagnosticada no primeiro mês de vida. Ela já recebeu alta e está bem.
A menina passou por um transplante de intestino multivisceral a partir de uma doação pediátrica controlada de assistolia (parada cardiorrespiratória), segundo a informação divulgada nesta terça-feira (11), pelo governo regional de Madri. A inovação médica é resultado de três anos de investigação.
A doação em “assistolia” consiste em doar órgãos e tecidos de uma pessoa atestada morta após a ausência de batimentos cardíacos e respiração espontânea.
Segundo as autoridades de saúde de Madri, a técnica “possibilita o uso de órgãos sólidos que de outra forma seriam perdidos”. O intestino de uma pessoa morta nunca havia sido utilizado, por ser considerado inválido, dadas as características especiais do órgão.
👨👩👦 Conocer a Emma y a sus padres es la mejor forma de ver el efecto transformador del #trasplante y anima a toda la @ONT_esp a seguir trabajando.
👶🏼Es la primera receptora de un trasplante multivisceral en asistolia en el MUNDO
👏Felicidades al equipo de La Paz#GraciasDonantes pic.twitter.com/jnNF2t6jvw— Organización Nacional de Trasplantes (@ONT_esp) October 11, 2022
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Conocer a Emma y a sus padres es la mejor forma de ver el efecto transformador del #trasplante y anima a toda la @ONT_esp a seguir trabajando.
Es la primera receptora de un trasplante multivisceral en asistolia en el MUNDO
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