A senadora Tereza Cristina (PP) pode ficar fora da eleição do próximo ano. Cotada para disputar o posto de presidente e até de vice na eleição, ela pode não disputar após a indicação de Flávio Bolsonaro (PL) como pré-candidato à presidência.

Tereza era cotada para ser vice do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em eventual candidatura. Porém, com a escolha de Flávio, ficou menos animada com a possibilidade de ser vice.
Nos últimos dias, cresceu a possibilidade de a federação, formada por PP e União Brasil, liberar filiados para apoiar quem desejar.
PP e União Brasil se divide quando o assunto é a disputa presidencial. No nordeste, muitas lideranças apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A possibilidade de liberação ficou maior depois que Flávio foi escolhido como pré-candidato, porque muitas lideranças não aceitam um candidato com posições mais radicais e querem que ele se posicione mais ao centro.
Lideranças do agro chegaram a sondar Tereza como candidata, mas os números não foram muito animadores. a pesquisa do Instituto Paraná, ela apareceu com 2,5% dos votos. Em um eventual segundo turno com Lula, Tereza teria 30,3%, contra 44,6% do atual presidente.
Tereza foi ministra de Jair Bolsonaro e chegou a ser cotada como vice dele na disputa pela reeleição, mas no final disputou o senado no Estado, ficando com a vaga.
ims
